
Quem continua a remar neste país, só pode ser um grande atleta e com muito amor à modalidade!
São incontáveis as contrariedades – é necessário ter algo especial para por cá continuar (alguns apelidam de “maluquice”….talvez). Quando competimos, creio que o fazemos pelo puro prazer de remar e de conviver com os nossos adversários, não estamos interessados nos prémios mas, por favor, os limites existem.
As “chapolas” com que os felizardos (porque treinaram ou estiveram na pista 8) são agraciados no final da competição tem, tal como o Remo no geral, vindo a melhorar em termos de qualidade. É compreensível que, com a imensidão de “campeonatos” e campeões, terá sido necessário cortar nas despesas com as medalhas de participação, todavia, mais vale não dar nada a oferecer aquele pedaço de chapa pintado.
Fazendo um apelo à crítica construtiva, cá vai uma proposta, ou pelo menos “posta”: já que não se vai melhorar a qualidade das "chapinhas" e, em lugar destas, que tal premiar os atletas com algo (com um peso similar) que seja minimamente útil e saboroso? Vai então uma Maria, aliás, duas e um quarto?
AA