JOGOS SUJOS
Sexta-feira, Julho 03, 2009O antigo internacional Fernando Mendes, jogador que iniciado no Sporting percorreu todos os clubes campeões do escalão principal do nosso futebol, estreou-se agora como “escritor” com o livro intitulado “Jogo Sujo”.
Sendo certo que a obra literária, redigida por um jornalista, se destina a um público futeboleiro sedento de casos insólitos (na linha da “escritora” Carolina Salgado), mesmo assim ele tem o mérito de confirmar o que toda a gente suspeita, que é a utilização de estupefacientes por parte dos atletas da alta competição.
Essa situação é reconhecida por todos e mesmo empiricamente (e a olho nu) é possível chegar a essa conclusão. Por exemplo, repare-se no modo como os jogadores de futebol defrontam os chamados grandes? Parecem leões à solta, mas na jornada seguinte, perante os da sua igualha, são meigos cordeiros. Por que será?
Mas a noção de “jogo sujo” não se verifica apenas nessa tenebrosa área, alargando-se a outros sectores, como ainda, recentemente, se verificou num jogo de Juniores entre Sporting e Benfica, jogo que foi interrompido por causa de uma “chuva” de pedradas.
O espectáculo tornou-se ainda mais degradante, pela actuação das forças de segurança que, angelicamente, brandiram bastões e passearam cães, de tal modo que ninguém considerou “desproporcionada” a sua actuação, tanto mais que ninguém foi detido. Mas para quê, se depois viria um douto magistrado a libertar o hipotético adepto violento (leia-se hooligan)?
É por estas e por outras que o Bastonário da Ordem dos Advogados não pode estar calado. De facto, há cada vez mais “jogo sujo” e cada vez menos mãos...limpas!
Sendo certo que a obra literária, redigida por um jornalista, se destina a um público futeboleiro sedento de casos insólitos (na linha da “escritora” Carolina Salgado), mesmo assim ele tem o mérito de confirmar o que toda a gente suspeita, que é a utilização de estupefacientes por parte dos atletas da alta competição.
Essa situação é reconhecida por todos e mesmo empiricamente (e a olho nu) é possível chegar a essa conclusão. Por exemplo, repare-se no modo como os jogadores de futebol defrontam os chamados grandes? Parecem leões à solta, mas na jornada seguinte, perante os da sua igualha, são meigos cordeiros. Por que será?
Mas a noção de “jogo sujo” não se verifica apenas nessa tenebrosa área, alargando-se a outros sectores, como ainda, recentemente, se verificou num jogo de Juniores entre Sporting e Benfica, jogo que foi interrompido por causa de uma “chuva” de pedradas.
O espectáculo tornou-se ainda mais degradante, pela actuação das forças de segurança que, angelicamente, brandiram bastões e passearam cães, de tal modo que ninguém considerou “desproporcionada” a sua actuação, tanto mais que ninguém foi detido. Mas para quê, se depois viria um douto magistrado a libertar o hipotético adepto violento (leia-se hooligan)?
É por estas e por outras que o Bastonário da Ordem dos Advogados não pode estar calado. De facto, há cada vez mais “jogo sujo” e cada vez menos mãos...limpas!
AV