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QUANTO CUSTA UM ÁRBITRO?

Quinta-feira, Novembro 29, 2007
Pelos vistos, a preço de hoje, consegue-se qualquer coisa por 500 euros, até por 250, ainda que ao nível da Divisão do Honra dos Distritais de Viseu.

Há anos, na 1ª Divisão Nacional, a coisa andaria pelos “quinhentinhos” (500 contos), sendo que Francisco Silva foi apanhado com um cheque de 2000 contos e irradiado!

No decantado “processo apito dourado” não se apanhou ninguém “com a mão na massa”, quedando-se por uma peça de ourivesaria (sem qualidade, aliás!) de Gondomar e um suposto “envelope com dinheiro” (quanto?) retirado de uma mesinha de cabeceira, na versão da “escritora”…

E a questão continua de pé: haverá no futebol tanta corrupção quanta a que os perdedores afirmam a pés juntos ou, pelo contrário, será ela residual como sustentam, magnânimos, os ganhadores?

Convém aqui referir que a FIFA e a UEFA têm um plafond económico até ao qual as prendas aos árbitros – prática corrente entre as Federações Nacionais nos jogos das suas selecções! – são consideradas gestos de simpatia e do bem receber, desprovido, pois, de relevo disciplinar e, ou, penal.

Convém aqui também salientar que “por razões políticas de polícia criminal” as escutas do processo apito dourado pararam na margem esquerda do Rio Liz, ou seja entendem-se que prosseguindo para Sul se diluiria a investigação (seria? e porquê?) bastando “atacar a norte” para que a acção policial tivesse efeito punitivo especial (terá?) e preventivo geral (a Norte e Sul… terá?)!

Foi pena que essa tenha sido a política da polícia… que essa seja a política…. criminal!

É que azar tiveram os árbitros do Sul que foram “apanhados” nas escutas a Norte, quando era suposto permanecerem incólumes no refúgio imaculado do Sul!

É que azar teve a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Leiria escutada num telefonema para a Boavista….

Definitivamente azar tivemos todos porque ficámos sem saber quanto custa um árbitro a Sul!

JG

Fotos com história (16)

Sexta-feira, Novembro 23, 2007
Outra vez o Basquetebol do Ginásio, no ano do seu início (1930). O Sport Conimbricente veio à Figueira jogar com 4 equipas. O campo é o da Mata (ainda lá está), a foto das quartas categorias, os ginasistas estão de camisola branca. Será que alguém descobre alguns dos intervenientes?

A BIOGRAFIA DE VENCESLAU FERNANDES - 2

Terça-feira, Novembro 20, 2007
Não quero terminar sem falar do personagem Venceslau Fernandes, tendo como base de apoio uma trintena de anos em que as nossas vidas estiveram, de uma maneira ou de outra, interligadas.

Essa situação aconteceu no pós 25 de Abril, (num período de convulsões e reformas), acontecimentos que, reflexamente, afectariam também o CICLISMO e teriam mesmo estado por detrás da crise surgida na Volta a Portugal de 1974, a qual chegou ao seu final com apenas 24 corredores!

Até aí, Venceslau Fernandes, que se iniciara em 1965 no Ciclismo, (hoje denominado de Elite), ainda me dizia muito pouco… Até porque, eu, do ponto de vista profissional, tinha estado alguns anos afastado da velocipedia desportiva.

No entanto não deixei de tomar conhecimento e acompanhar a sua “odisseia” do “sopro no coração” que oficialmente o impediu de praticar o desporto velocipédico em Portugal.
Depois, tendo emigrado para França, consegue paradoxalmente (no País do Ciclismo) ser considerado Apto para o desporto, sendo oficialmente licenciado como corredor de bicicleta pela Federação Francesa.

Vim a conhecê-lo mais de perto na minha condição de treinador da Selecção Nacional, que participou no Campeonato Mundial de Mendrísio (Suiça).

A nossa ligação mais próxima e mais íntima começa efectivamente quando ele, conjuntamente com a sua ocupação de corredor da equipa do Sangalhos Desporto Clube, assumiu a condição de Monitor / Treinador e Gestor da Escola de Ciclismo, instituída no Velódromo desse clube.

Por minha vez, eu aparecia como Coordenador do Plano das Escolas de Ciclismo, plano esse que estava integrado no Programa do Movimento Nacional do Ciclismo, o MONACI, posto em prática pela Direcção Geral dos Desportos, desse tempo.

Acompanhei “desconhecendo”, isto é, fiz “vista grossa” às suas ausências na gestão da Escola de Ciclismo, quando das suas idas à África do Sul e os problemas que o “Apartheid” normalmente lhe acarretava. O Venceslau, como é óbvio, aceitou sempre que o meu “desconhecimento” não o livraria de um hipotético processo disciplinar movido por mim, por motivo das suas faltas ao trabalho, na Escola de Ciclismo da Pista de Sangalhos.

Voltámos a estar intimamente ligados quando o Tony Santos (o tal emigrante no Zimbabwe) criou condições para que uma equipa portuguesa participasse na principal prova do Calendário daquele país africano. O projecto previa uma equipa de três corredores formada por ele (Venceslau), mais o Manuel Gomes, o Zé Sousa Santos e eu, como director desportivo. Todavia o Manuel Gomes viu-se impedido de viajar nessa digressão.

Nessa ida a África, voltámos a conviver mesmo muito de perto, já que, por um período de mais de 10 dias, viajámos juntos, comemos e dormimos nas mesmas instalações.

Depois disso, a minha ligação com Venceslau prosseguiu de uma forma mais próxima e assídua, que levou a construir uma grande e recíproca amizade!... Estive com ele (como testemunha de defesa) no caso do incidente de Matosinhos. Acompanhei de perto a constituição da sua sociedade comercial com o malogrado José Santiago, etc...

A minha opinião sobre o Venceslau como pessoa e como corredor de bicicleta, acaba por ficar suficientemente espelhada nos textos da presente publicação! Com efeito, ele constitui um paradigma, em termos de honestidade pessoal, em relação a si próprio e aos que com ele se relacionam e ainda no que diz respeito à sua entrega pessoal ao trabalho, à qual acrescenta uma extraordinária capacidade de sacrifício!

Foi um irmão que, como mais velho, assumiu a missão de PATRIARCA da família, ajudando a Mãe a alimentar e a criar todos os seus irmãos… Depois de casado, manifestou-se um Marido e Pai amoroso, fazendo da sua própria família um agregado declaradamente exemplar!

Ele é um Homem Bom, em toda acepção da palavra!

Termino com os desejos de que a sua saúde lhe permita uma longevidade equivalente à duração da sua carreira de corredor de bicicleta.

Esta minha homenagem ao velho Lau, acabo-a expressando um lugar comum, mas que neste caso é inteiramente justificado… Quero salientar que:
«o Fenómeno Vanessa Fernandes não acontece por acaso – por trás de uma grande Mulher está… esteve e estará… um grande Homem!»

AB

Novo circo romano ?

Segunda-feira, Novembro 19, 2007
Li num jornal diário e indignei-me: dois clubes nacionais disputam a inscrição desportiva de um miúdo de 8 anos, Bruno Silva de seu nome, com procedimentos que raiam a indignidade de uma qualquer transacção pouco escrupulosa. Atitudes deste jaez são a negação da ideia de desporto como escola de formação de cidadãos cooperantes, competitivos mas tolerantes e arrastam esta actividade, na essência lúdica, para a paranóia dos novos circos romanos. A multidão ululante, acrítica, sedenta da imediata diversão, deixa de ter descernimento humanizado e assiste, impávida, a este vale tudo de quem promove o espectáculo. Que diversa substância existe entre este caso de conhecimento público e os miúdos que são desviados da escola para entrarem, precocemente, na produção industrial semi-clandestina? Quantos outros casos semelhantes se esconderão nas "escolas de formação" dos clubes de elite, cada vez mais transformados em máquinas de transformar dinheiro?
E, a ser assim, não há intervenção das autoridades? Não há legislação de protecção às crianças se, para tal, não for suficiente o bom-senso ?
P.M.B.

Cenas (pouco) desportivas...(1) - OS "FERROVIGARISTAS"

Sexta-feira, Novembro 16, 2007
Foi na época de Basquetebol de 1955-56.

O Campeonato distrital jogava-se em duas séries, de Coimbra e da Figueira, com o título disputado em duas mãos entre os vencedores das séries.

A Académica era o campeão crónico, mas nesse ano o Desportivo dos Ferroviários (então com campo na rua Afonso de Albuquerque) tinha uma excelente equipa.

O cinco inicial dos figueirenses era constituído por Morgado (jogador – treinador, anos antes internacional, exactamente pela Académica), Campos, Veríssimo (dois extremos rápidos e temíveis encestadores), Fausto e Pinto Machado.

A “bronca” aconteceu na disputa do título.

No jogo da Figueira, ao qual aliás assisti, os Ferroviários ganharam, salvo erro por 15 pontos…um escândalo!

Segunda mão em Coimbra, ao ar livre, como todos os recintos da época, excepção feita ao salão da Naval.

Temendo a anunciada reacção da Académica, em vez de jogarem o jogo pelo jogo, e tinham argumentos para isso…, os Ferroviários apresentaram-se apenas com cinco jogadores.

Uma vez iniciada a partida logo se “lesionou” e saiu o primeiro, para pouco depois chocarem outros dois, ficando “impossibilitados” de continuarem…

Reduzida a equipa a dois elementos, o árbitro cumpriu as regras, dando por terminado o jogo quando o resultado era de 12 ou 13-0 favorável à Académica, que assim não conseguiu superar a diferença…

Protestos e contra protestos, a Direcção Geral dos Desportos resolveu em última instância: titulo para os Ferroviários, castigados com suspensão os “artistas”, com excepção de Morgado, ao que se dizia autor da encenação, que não alinhou…

Já apuradas ambas as equipas para o Nacional da 1ª Divisão (Zona Norte), os Ferroviários viram-se obrigados a jogar com os suplentes, na que aliás foi a primeira presença de um clube da Figueira naquele escalão.

No jogo fora com a Académica, em Santa Cruz, macas dos Bombeiros ao redor do campo e… resultado centenário.

Foi assim que este efémero clube da Figueira da Foz ficou conhecido em Coimbra pelos “ferrovigaristas”, conforme rezava o programa da Garraiada da Queima das Fitas desse ano.

JS

A BIOGRAFIA DE VENCESLAU FERNANDES - 1

Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Antes de, especificamente, me referir ao livro cujo lançamento, agora estamos realizando, registarei aquilo que aconteceu, quando o Dr. José Castela, (autor da obra), pela primeira vez me veio falar da sua intenção de escrever a história do Venceslau… Perante essa perspectiva… eu, entre surpreendido e entusiasmado… respondi-lhe, exclamando: - Olhe, bem escolhido!... Esse homem tem uma história com “milhões” de capítulos…Começando, desde logo, com a sua iniciação na prática do Ciclismo desportivo, onde até nem faltou o facto de, em determinada ocasião, ter sido dado como incapaz para o desporto, pelo Centro de Medicina de Portugal!

A partir daí, toda a sua vida é um “romance” que se desenvolveu, digamos, em duas vias paralelas: o aspecto desportivo, por um lado, e a sua própria vida particular, por outro. Tanto num caso como noutro, os inesperados ou esperados incidentes e acidentes que salpicaram a sua existência, mereciam e justificavam ser passados a escrito porque, garantidamente, davam (como deram), lugar a um documento que iria e irá ter sucesso, porque o “LAU” praticou… pratica… o CICLISMO, paralelamente com a sua vida, com o temperamento de um lutador para quem o significado da palavra TRABALHO, sempre fez parte da sua própria maneira de ser!

Abordando, agora sim, os textos elaborados pelo meu amigo Dr. José Castela, que afinal constroem a obra bibliográfica dedicada a Venceslau Fernandes, chamarei a atenção para alguns factos de particular interesse como, por exemplo: A sua longevidade atlética, que o levou a competir com adversários e colegas de equipa de quatro gerações! A sua experiência internacional em França, na sua iniciação… e depois nas grandes clássicas como o Paris – Roubaix e outras provas do calendário gaulês… em Espanha na Vuelta e não só… na Suiça (Campeonato Mundial) … no Zimbabwe… na Venezuela… e por fim, na África do Sul… (King – Rat).

As idas a este País, só por si, justificariam um capítulo especial porque tiveram muito que se lhe dissesse.

Fazendo agora uma panorâmica global da obra que estamos apresentando…não me alongarei muito… Fundamentalmente, devo dizer que, estamos perante um trabalho para o qual, do mesmo modo que aconteceu com o “meu” livro, (também de autoria do Dr. Castela), foi adoptado o sistema de conversação, tipo entrevista… Pouco usual, nestes casos biográficos, mas que, em meu entender, tornam a leitura mais fácil e agradável de seguir, tornando-se, por isso, num documento informativo e, do ponto de vista histórico, no que respeita ao Ciclismo, de muito interesse, digamos mesmo, indispensável!

(Continua)

AB

Cabeça, Coração e Estômago

Sexta-feira, Novembro 09, 2007
O título desta minha estreia baseia-se, efectivamente, na obra homónima de Camilo Castelo Branco que, por sinal, até foi adoptado por um grupo gastronómico que existiu na Figueira da Foz, nos idos de 30/40.

Descansem no entanto os leitores, que não vou falar na gastronomia figueirense (não vá o diabo tecê-las) nem sequer do papel das actuais Confrarias, mas sim do modo como a gastronomia serve, tantas vezes, para agarrar as pessoas pelo estômago, e não pela cabeça ou pelo coração.

Por isso, se me é permitido, gostaria de tergiversar um pouco sobre a participação nestas andanças de comes-e-bebes do “confrade” Felipão Scolari que já foi entronizado na Confraria da Chanfana e agora foi convidado para participar num almoço da Região de Turismo do Centro.

Confesso que é com alguma estranheza (ou talvez não) que vejo engrossar o séquito de aduladores desse Sr. que um dia encontrou (e abanou) no nosso país a “árvore das patacas”, resumindo-se o saldo desportivo, até ao momento, a umas tantas vitórias… morais.

Glosando um certo político (hoje com importantes funções europeias), também direi que ele “é meio Zandinga, meio Gabriel Alves” , reconhecendo-lhe apenas o mérito ter sabido mobilizar os “portugas” para patéticas movimentações patrioteiras.

Apesar de ser um “sargentão”, conseguiu assentar praça em major, quando pegou na selecção nacional, automaticamente apurada para o Euro-2004, campeonato que iniciou com uma derrota e com uma equipa que no jogo seguinte, actuou com 5 novos jogadores. Para que serviram então os jogos de preparação? Isto para não se falar no afastamento de jogadores em forma como foi o caso de Vítor Baía. E agora nesta fase de apuramento o que se tem visto? Para além da agressão a um jogador, o que os apoiantes (pagantes) continuam a fazer é contas e mais contas, apesar de termos defrontado selecções que só estão no mapa há meia dúzia de dias.

Bom, mas este comportamento nada conta num país, onde se incensa o chicoespertismo e os arruaceiros, e os honestos são tratados como imbecis, porque não se sabem desenrascar. Mas não se pense que isso é apenas pensamento do Zé Povinho, pois quem mais põe em prática tais princípios é uma certa clique que tem sabido utilizar a sua mediocridade como argumento de autoridade.

Faço votos para que no convívio da Região de Turismo do Centro, Scolari seja brindado com um bom prato de “batatas-a-murro”, especialidade que ele adora. A não ser que alguém, mal intencionado, o obrigue a comer “tripas à moda do Porto”.

Enfim, haja estômago para ter de “engolir” tão indigestas situações.

AV

NOVO COMENTADOR


A partir de hoje, passamosa contar com a colaboração de um novo Comentador.
António Ventura (AV), experiente e conhecido jornalista aposentado da RDP, que também integrou a Redacção do Diário de Coimbra (tendo estado ligado à abertura da Delegação na Figueira da Foz), bem como as do Jornal de Coimbra, A Comarca de Arganil e Campeão das Províncias.
Um reforço de grande qualidade, como podem desde já avaliar pelo seu primeiro Post - Cabeça, Coração e Estômago.
Zás-Trás!

ACTIVIDADE FÍSICA E FRANCHISING

Terça-feira, Novembro 06, 2007
Irá decorrer no próximo fim-de-semana uma feira de negócios em “franchising”.
De entre os vários negócios possíveis encontram-se possibilidades no âmbito da actividade física e de lazer.

No início estas actividades eram realizadas em academias e associações desportivas integradas precisamente no fenómeno designado por Associativismo Desportivo.
Hoje em dia essas necessidades, decorrentes de uma maior preocupação dos aspectos ligados à saúde e bem-estar, são satisfeitas em empresas criadas especificamente para este fim.

São propostas ao “cliente” uma variedade enorme de actividades, assumindo algumas, nomes verdadeiramente curiosos. Actividades estas que periodicamente são renovadas nos seus aspectos mais visíveis: nova coreografia, nova indumentária, novos equipamentos… não vá o “cliente” fartar-se !!!
É toda uma indústria que se cria e desenvolve à volta de uns dos aspectos mais característicos do ser humano: a necessidade de se mexer.

É uma perspectiva higienista de saúde e bem-estar que se vai impondo, em detrimento da componente lúdica, também ela tão essencial ao ser humano.
Tudo tem de ser útil e consequente.
A actividade física pelo prazer tem cada vez um número mais reduzido de adeptos.

Talvez eles os mais conscientes do que verdadeiramente significa actividade física.

EP

CICLISMO FEMININO

Segunda-feira, Novembro 05, 2007



Para aquelas pessoas – figueirenses ou não – que, como eu, são entusiastas e amantes do CICLISMO, a “descoberta” desta primeira imagem, que vem dos anos 30 do Século passado, proporciona uma gratificante e positiva sensação do Ciclismo como festa, e do Ciclismo como prática desportiva e… Mais ainda!... do ciclismo feminino, ao qual naquele tempo era dado o nome de “corridas de bicicleta para senhoras”!


Porém, em contraponto à atrás referida “gratificante e positiva sensação”… Damos conta que, negativamente, hoje em dia, (7 anos passados no Século XXI), a realidade do Ciclismo feminino português revela uma situação de confrangedora tristeza!... Praticamente não existe!


Há 70 anos atrás, o inesquecível e grande organizador, Arnaldo Sobral, como complemento da clássica VOLTA DOS CAMPEÕES, conseguiu apresentar e desenvolver uma prova para ciclistas do sexo feminino, com quatro competidoras! Esse facto leva-nos a pensar que as nossas “avós” estavam, desportivamente, (pelo menos no Ciclismo), muito mais “avançadas” e evoluídas que a realidade actual!


Voltando à Foto em presença, é-nos possível identificar a Avenida Saraiva de Carvalho, com as suas palmeiras mais o indispensável toldo protector de sol; dois bombeiros, que eram normalmente recrutados, como seguranças e auxiliares de organização; é ainda visível um técnico de equipa, exibindo as suas calças “à golfe” e as meias à “escocesa” e Arnaldo Sobral, com o seu imprescindível amplificador de voz, tipo “funil”!


AB