RESTITUIR A CONFIANÇA
Segunda-feira, Janeiro 29, 2007
O Futebol continua a ser o desporto que mobiliza e atrai os grandes públicos em Portugal e na maior parte dos países por esse mundo fora. Nada temos contra o futebol, contra os clubes, contra os treinadores, contra os jogadores ou contra os adeptos e o público em geral, mas o mesmo não posso dizer de muitos dirigentes, "empresários" e árbitros que desenvolvem as suas actividades e negócios na área do futebol.
O País tem assistido nos últimos anos a uma sequência de "casos" que a todos nos devem envergonhar porque todos acabamos por ser responsáveis pela situação a que chegámos.
Nas transferências, nas arbitragens e em quase tudo o que tem a ver com dirigentes e empresários parece, por vezes, que a Lei não existe e que o Futebol é um mundo aparte, sem regras e onde o que impera são as inverdades quando não a mentira descarada, as trapaças e as vigarices.
Para os amantes do Futebol, e para aqueles que gostam desinteressadamente de "Ver Jogar à Bola", parece ter chegado o momento de reflectir sobre todas estas "histórias" e procurar influenciar quem decide no sentido de se encontrarem os instrumentos e os procedimentos que, a serem adoptados, poderão reconduzir o Futebol para uma plataforma de credibilidade mínima onde haja respeito pela Lei, transparência, verdade desportiva e sobretudo gente capaz de nos restituir a confiança numa actividade desportiva que, embora um negócio e um espectáculo, não tem que ser necessariamente um mundo de dúvidas, de perplexidades e de comportamentos reprováveis.
É este o debate que hoje lanço no nosso Blogue Zás-Trás.
Eduardo Marçal Grilo
O País tem assistido nos últimos anos a uma sequência de "casos" que a todos nos devem envergonhar porque todos acabamos por ser responsáveis pela situação a que chegámos.
Nas transferências, nas arbitragens e em quase tudo o que tem a ver com dirigentes e empresários parece, por vezes, que a Lei não existe e que o Futebol é um mundo aparte, sem regras e onde o que impera são as inverdades quando não a mentira descarada, as trapaças e as vigarices.
Para os amantes do Futebol, e para aqueles que gostam desinteressadamente de "Ver Jogar à Bola", parece ter chegado o momento de reflectir sobre todas estas "histórias" e procurar influenciar quem decide no sentido de se encontrarem os instrumentos e os procedimentos que, a serem adoptados, poderão reconduzir o Futebol para uma plataforma de credibilidade mínima onde haja respeito pela Lei, transparência, verdade desportiva e sobretudo gente capaz de nos restituir a confiança numa actividade desportiva que, embora um negócio e um espectáculo, não tem que ser necessariamente um mundo de dúvidas, de perplexidades e de comportamentos reprováveis.
É este o debate que hoje lanço no nosso Blogue Zás-Trás.
Eduardo Marçal Grilo



